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Dossiê #04 Bits & Palcos (Vol I | Nº 4 | Nov 2017)

Se as tecnologias ampliaram os espaços de exposição e formação de modos de ser e estar no mundo, que vão desde as propagandas selecionadas via algoritmo para nossas timelines até os reality shows nos Instagrams e Snapchats, como as artes da cena (ou da presença) vêm absorvendo esses (e se revendo nesses) espaços?

Como diretores, bailarinos, atores ou técnicos se relacionam com as narratividades possíveis que a emergência dos dispositivos técnicos demanda, seja um spot de luz, uma câmera ou projeções de realidade aumentada?

O dossiê Bits & Palcos parte dessas questões para trazer alguns atravessamentos possíveis entre os conceitos de cena e tecnologia, com ensaios, entrevistas e podcasts com artistas e pesquisadores que trazem diversos pontos de vista sobre a questão.


Sumário

Entrevista | O Ator Imaginário [e os Imaginários do Ator]
Com Christian Duurvoort

Entrevista | Andróides dançam com sapatilhas elétricas?
Com Daito Manabe  (Rhizomatiks Research)

Podcast | Dando Luz à Cena
Com Natalie Revorêdo (Farol Ateliê de Luz) e Jathyles Miranda (Casa da Luz Cênica)

Ensaio | Teatro via streaming: a co-presença em ‘Como é que abre aqui?’
Por Leonardo Torres (UFRJ)

Entrevista | Do sensível como partilha
Com Estesia (Carlos Filho | Cleison Ramos | Miguel Mendes | Tomás Brandão)

Podcast | Gabriela Lírio
Com Gabriela Lírio (UFRJ)

Dossiê #03 Ocupa Tudo (Vol I | Nº 3 | Out 2017)

Em celebração à segunda edição do Outubro ou Nada – Mostra de Teatro Alternativo do Recife, o Quarta Parede publica dossiê Ocupa Tudo, com ensaios, entrevistas, podcasts e videocasts relacionados ao tema Espaços Alternativos da Cena.

De 02 a 14 de outubro, artistas e coletivos de Recife ocuparam uma diversidade de espaços na cidade, levando 27 espetáculos produzidos em Pernambuco ao público. Com esse ponto de partida, os conteúdos do dossiê atravessam diversas questões que nos levam a pensar a cidade como espaço a ser ocupado: seja a rua, os espaços geridos pelos próprios artistas ou ainda os esquecidos pelo poder público.

Sumário

Podcast | Paula de Renor
Com Paula de Renor (Remo Produções Artísticas)

Ensaio | Os transportes coletivos como espaços performativos – Uma leitura-experimentação
Por Elilson (UFRJ)

Podcast | Espaços Alternativos da Cena
Com Samuel Santos (Espaço O Poste) e Raimundo Branco (Espaço Compassos)

Entrevista | De Ruas, Errâncias e Galpões
Com Luciano Santiago (Trupe Artemanha)

Videocast| Fiandeiros
Com André Filho e Dani Travassos

 

 Dossiê #02 Arte Para Tod_s? (Vol I | Nº 2 | Set 2017)

Em celebração ao Dia Nacional de Luta da Pessoa com Deficiência (21 de setembro), o Quarta Parede publica o dossiê Arte para Tod_s?, trazendo ensaios, entrevistas, podcasts e videocasts relacionados ao tema. Acessibilidade e inclusão em teatro e dança farão parte das discussões em torno do #SetembroVerde, refletindo formas de criar que também considerem como espectadores os mais de 45 milhões de brasileiros que possuem, ao menos, um tipo de deficiência (quase 1/4 da população).

Pensamos bastante se o título deveria ser Arte Para Todos/Todas/Todxs ou qualquer outra configuração que pudesse dar conta dessa ausência de representatividade e inclusão em nossas práticas diárias. E, diante desse impasse, optamos por fazer ver essa lacuna linguística não somente no nome do dossiê, mas também no uso da hashtag #4ParedeParaTod_s nas descrições das imagens em nossos posts.

Sumário

Podcast | Acessibilidade em Artes
Com Andreza Nóbrega (Vouver Acessibilidade) e Michel Platini (Consultor em Acessibilidade)

Ensaio | A audiodescrição e o teatro – A palavra no entrelugar da cena
Por Jefferson Fernandes (UFRN)

Entrevista | Precisa ter imagem para ser dança?
Com Marcelo Sena (Cia Etc.)

Videocast | Coletivo Lugar Comum
Com Conrado Falbo e Liana Gesteira

Entrevista | E se uma calçada falasse?
Com Marcelo Pedrosa (Legenda Nacional)

 

Dossiê #01 Cena e Censura (Vol I | Nº 1 | Ago 2017)

O dossiê em questão toma como ponto de partida algumas performances e espetáculos que, nos últimos meses, sofreram retaliações por exporem corpos nus, como Zoe, da coreógrafa Francini Barros, e DNA de Dan, de Maikon Kempinski (PR), para refletir sobre conceitos como colonialismo, ‘civilidades’ e corpo.

Num tempo em que o MBL consegue fechar a exposição Queermuseu, no Santander Cultural, alegando ‘imoralidade’, ‘blasfêmia’ e ‘apologia à zoofilia e pedofilia’ e em que a histeria em torno da performance La Bête, de Wagner Schwartz, vira caso de tribunal, esse dossiê configura-se como espaço de produção de pensamento que difunde e aprofunda as questões sociais, morais e éticas relacionados à nudez no âmbito das artes, fomentando o pensamento cultural para formação crítica do público.

Sumário

Ensaio | Por uma descolonização dos modos de fazer e de receber arte
Por Bruno Siqueira (UFPE)

Ensaio | Corpo: uma presença/potência que assusta
Por Matilde Wrublevski (UFRJ)

Ensaio | Hipóteses artísticas como mirantes – Censura, colonialismo e ambivalências
Por Roberta Ramos (UFPE)

Ensaio | O que o nu revela?
Por Liana Gesteira (UFBA)