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Home›.Tudo›Crítica – Corpos | Relacionamento com o corpo

Crítica – Corpos | Relacionamento com o corpo

Por 4 Parede
18 de novembro de 2025
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Imagem – David Pochal

Por Maria Clara Costa Lima e Maria Cecília Dias Ferreira

A performance Corpos da companhia francesa La Mangrove, compôs a programação do 28° Festival Internacional de Dança do Recife em parceria com o consulado francês. Apresentada no Teatro do Parque, na noite de 23 de outubro, a performance traz a conversa com o público de diversas formas mostrando o corpo diário, aquele que luta, ama, se relaciona, fica exausto e que sofre racismo. Assinam a concepção e a coreografia Hubert Petit-Phar e Augusto Soledade.

A performance se inicia com duas cadeiras no canto inferior esquerdo do palco e quatro corpos pretos masculinos em posições distintas. Eles executam um conjunto de movimentos em sincronia, sem acompanhamento sonoro, fazendo com que o público escute apenas passos e respiração. Logo após é, dividem-se em duplas, enquanto uma dupla descansa na cadeira, a outra dupla realiza uma sequência sincronizada na diagonal do palco, em seguida as duplas trocam os papeis, revelando distintas formas de relacionamento dos dançarinos.

As cadeiras em cena aludem ao corpo cansado, pois nela, os corpos desfalecem em busca do descanso necessário. o objeto representando a busca de algo, porém a imagem deste personagem não está  clara, em outro momento, quando Em certo momento, os dançarinos ficam no fundo do palco sob um jogo de luz específico, se em algum momento houve a alusão à construção de um personagem, agora nada específico é transmitido ao público nesse sentido, e este fica livre a seu próprio imaginário e construção de sentidos.

Um momento que causou incômodo no público, foi quando os dançarinos, no palco, recitam textos diferentes ao mesmo tempo, sem auxílio de microfone, as diferentes palavras e sons se imbricando sem que seja possível compreendê-las. Aos poucos os balbucios revelam uma língua que não é o português. “A história do Sebastião é aquele bailarino que fica pronunciando falando alto, ele trouxe o texto para o projeto, mas toda vez que eles fazem é o mesmo texto, eles improvisaram na hora, fizeram a brincadeira em conjunto, mas depois eles repetem sempre o mesmo texto”, quem nos revela a informação é Petit-Phar, referindo-se a Sebastião Abreu, um dos performers em cena, em entrevista concedida.

A performance traz uma representatividade negra, os quatro dançarinos em cena são negros, cada um apresentando sua particularidade em relação aos estilos dançados, como o Voguing, a capoeira, entre outros, o que gera no olhar do público uma leitura de resistência, de pertencimento, de identidade. “Antes de começar eu já tinha essa ideia na minha cabeça, eu tinha a ideia do movimento, mas também me adapto à personalidade do bailarino”, afirma Petit-Phar.

Em cena, três dos performers começam a tocar o cabelo do quarto dançarino. Logo após os toques, eles começam a puxá-lo pelos cabelos, forçando-o a algo, enquanto ele luta para ser solto; inevitavelmente, a cena conduz o espectador à escravidão. Após solto, ele se mantém em estado de luta, arruma os cabelos e sua expressão corporal nos afirma: posso fazer o que quiser, ser quem quiser, da forma que quiser! O performer desce do palco interagindo com o público, trança com trança, corpo com corpo, alma com alma.

Na entrevista realizada após a performance, Petit-Phar revelou que vem trabalhando nesta obra desde a pandemia do Covid-19, totalizando 5 anos de apresentações desde seu início. O trabalho foi feito para ser sempre interpretado por quatro dançarinos: “sempre foi um quarteto, mas iriam ser dois guadalupianos e dois brasileiros, mas por conta da Covid, ficaram três brasileiros e um guadalupiano”. Em Corpos, cada detalhe foi pensado para transmitir esse corpo preto que luta constantemente. Petit-Phar afirma:

É então, eles falam muito da relação do corpo com o homem preto, então assim, os dois coreógrafos são pretos, todos os bailarinos são pretos, então  eles tinham esse conceito por trás que é falar sobre essa corporeidade, porque o homem preto é violento, esse conceito era bem trabalhando tanto da equipe quando da desconstrução desse corpo, desse homem.

O figurino é assinado por Alex Lago, que também é dançarino no trabalho. Lago é designer, e buscou trazer significado para cada corte das peças vestidas em Corpos. O figurino inicial é formado por calças, a seguir, os dançarinos vestem saia/calça que lhes proporciona um movimento específico ao dançarem, nem tão leve a ponto de flutuar, nem pesado a ponto de ceder, essa provocação é trazida à cena a partir do figurino. Na dança entre dois homens, qual seria a quebra de paradigmas que estão querendo inaugurar aos olhos da plateia? As bocas  não falam, mas os corpos expressam. Por Lago:

E aí foi pensando sobre, o jeans, sobre os tecidos que poderiam ser utilizados, o peso do tecido ,e às vezes também sobre provocar, né?  Sobre o que a gente vai trazer para a cena que não seja assim tão direto: eu vou usar essa roupa porque ela é leve para mim, não, se o tecido é pesado, o que eu posso fazer?  Trazer outras coisas que possam provocar, surgir.

A performance vem acontecendo em diversos países, como França, Caribe, Guiana, Guadalupe, e agora, Brasil. A cada local diferente, uma nova experiência e novas formas de dançar uma mesma performance. Os dançarinos relatam a experiência de terem dançado sob forte chuva, enquanto o público permanecia com eles assistindo, fato que impactou a plateia, agregando peso e significado a seus movimentos e palavras.

Algumas partes da performance não são tão claras para o espectador e causam certa estranheza. Embora consideremos que a fruição de um espetáculo não tem a ver com o público “entender”, paradoxalmente, admitimos que, em determinados momentos, talvez isso fosse esperado por parte dos performers, o que não ocorreu. O que não chegou a comprometer a obra como um todo. A performance vem para incomodar.

Crítica produzida em parceria com a disciplina Dramaturgia e Apreciação Crítica em Dança – Docente: Francini Barros Pontes | CAC | UFPE

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Nos últimos anos, o mundo passou por transformaç Nos últimos anos, o mundo passou por transformações sociais, políticas e tecnológicas que questionam nossas relações com o espaço e a cultura. As tensões globais, intensificadas por guerras e conflitos, afetam a economia, a segurança alimentar e o deslocamento de pessoas. 

Nesse contexto, as fronteiras entre o físico e o virtual se diluem, e as Artes da Cena refletem sobre identidade, territorialidade e convívio, questionando como esses conceitos influenciam seus processos criativos. 

Com a ascensão da extrema direita, a influência religiosa e as mudanças climáticas, surgem novas questões sobre sustentabilidade e convivência.

Diante deste cenário, o dossiê #20 Território em Trânsito traz ensaios, podcasts e videocast que refletem sobre como artistas, coletivos e os públicos de Artes da Cena vêm buscando caminhos de diálogo e interação com esses conflitos.

A partir da próxima semana, na sua timeline.
#4Parceria: Quer aprofundar seus conhecimentos sob #4Parceria: Quer aprofundar seus conhecimentos sobre as histórias e as estéticas dos teatros negros no Brasil? 

Estão abertas as inscrições, até o dia 13/09, para a oficina on-line Saberes Espiralares - sobre o teatro negro e a cena contemporânea preta. 

Dividida em três módulos (Escavações, Giras de Conversa e Fabulações), o formato intercala aulas expositivas, debates e rodas de conversa que serão ministrados pela pesquisadora, historiadora e crítica cultural Lorenna Rocha. 

A atividade também será realizada com a presença das artistas convidadas Raquel Franco, Íris Campos, Iara Izidoro, Naná Sodré e Guilherme Diniz. 

Não é necessário ter experiência prévia. A iniciativa é gratuita e tem incentivo do Governo do Estado de Pernambuco, por meio do Funcultura, e parceria com o @4.parede 

Garanta sua vaga! 

Link na bio. 

Serviço:
Oficina SABERES ESPIRALARES - sobre teatros negros e a cena contemporânea preta
Datas: Módulo 1 – 16/09/24 – 20/09/24; Módulo 2 (participação das convidadas) – 23/09/24 – 27/09/24; Módulo 3 – 30/09/24 - 04/10/24. Sempre de segunda a sexta-feira
Datas da participação das convidadas: Raquel Franco - 23/09/24; Íris Campos - 24/09/24; Iara Izidoro - 25/09/24; Naná Sodré - 26/09/24; Guilherme Diniz - 27/09/24
Horário: 19h às 22h
Carga horária: 45 horas – 15 encontros
Local: Plataforma Zoom (on-line)
Vagas: 30 (50% para pessoas negras, indígenas, quilombolas, 10% para pessoas LGBTTQIA+ e 10% para pessoas surdas e ensurdecidas)
Todas as aulas contarão com intérpretes de Libras
Incentivo: Governo do Estado de Pernambuco - Funcultura
Inscrições: até 13/09. Link na bio

#teatro #teatronegro #cultura #oficinas #gratuito #online #pernambuco #4parede #Funcultura #FunculturaPE #CulturaPE
#4Panorama: O MIRADA – Festival Ibero-Americano #4Panorama: O MIRADA – Festival Ibero-Americano de Artes Cênicas, realizado pelo Sesc São Paulo, ocorre de 5 a 15 de setembro de 2024, em Santos. 

A sétima edição homenageia o Peru, com onze obras, incluindo espetáculos e apresentações musicais. O evento conta com doze peças de Argentina, Bolívia, Chile, Colômbia, Espanha, México, Portugal e Uruguai, além de treze produções brasileiras de vários estados, totalizando 33 espetáculos. 

A curadoria propõe três eixos: sonho, floresta e esperança, abordando temas como questões indígenas, decoloniais, relações com a natureza, violência, gênero, identidade, migrações e diversidade. 

Destaque para "El Teatro Es un Sueño", do grupo Yuyachkani, e "Esperanza", de Marisol Palacios e Aldo Miyashiro, que abrem o festival. Instalações como "Florestania", de Eliana Monteiro, com redes de buriti feitas por mulheres indígenas, convidam o público a vivenciar a floresta. 

Obras peruanas refletem sobre violência de gênero, educação e ativismo. O festival também inclui performances site-specific e de rua, como "A Velocidade da Luz", de Marco Canale, "PALMASOLA – uma cidade-prisão", e "Granada", da artista chilena Paula Aros Gho.

As coproduções como "G.O.L.P." e "Subterrâneo, um Musical Obscuro" exploram temas sociais e históricos, enquanto espetáculos internacionais, como "Yo Soy el Monstruo que os Habla" e "Mendoza", adaptam clássicos ao contexto latino-americano. 

Para o público infantojuvenil, obras como "O Estado do Mundo (Quando Acordas)" e "De Mãos Dadas com Minha Irmã" abordam temas contemporâneos com criatividade.

Além das estreias, o festival apresenta peças que tratam de questões indígenas, memória social, política e cultura popular, como "MONGA", "VAPOR, ocupação infiltrável", "Arqueologias do Futuro", "Esperando Godot", entre outras.

Serviço: MIRADA – Festival Ibero-Americano de Artes Cênicas, de 5 a 15 de setembro de 2024, em Santos. 

Para saber mais, acesse @sescsantos
#4Panorama: Nos dias 05, 14, 21 e 28 de setembro, #4Panorama: Nos dias 05, 14, 21 e 28 de setembro, acontece Ocupação Espaço O Poste, com programação que inclui a Gira de Diálogo com Iran Xukuru (05/09) e os espetáculos “Antígona - A Retomada” (14/09), “A Receita” (21/09) e “Brechas da Muximba” (28/09).

Espaço O Poste (Rua do Riachuelo, 467, Boa Vista - Recife/PE), com apoio do Programa Funarte de Apoio a Ações Continuadas 2023, promove atrações culturais que refletem vivências afropindorâmicas em sua sede, no Recife/PE. 

A Gira de Diálogo com Iran Xukuru acontece em 05/09, às 19h, com entrada gratuita. Iran Xukuru, idealizador da Escola de Vida Xukuru Ynarú da Mata, compartilhará conhecimentos sobre práticas afroindígenas, regeneração ambiental e sistemas agrícolas tradicionais.

Em 14/09, às 19h, o grupo Luz Criativa apresenta “Antígona - A Retomada”, adaptação da tragédia grega de Sófocles em formato de monólogo. Dirigido por Quiercles Santana, o espetáculo explora a resistência de uma mulher contra um sistema patriarcal opressor. Ingressos: R$ 30 (inteira) e R$ 15 (meia).

Em 21/09, às 19h, Naná Sodré apresenta “A Receita”, solo que discute violência doméstica contra mulheres negras, com direção de Samuel Santos. A peça é fundamentada na pesquisa “O Corpo Ancestral dentro da Cena Contemporânea” e utiliza treinamento de corpo e voz inspirado em entidades de Jurema, Umbanda e Candomblé. Ingressos: R$ 30 (inteira) e R$ 15 (meia).

No dia 28/09, às 19h, ocorre a 3ª edição do projeto “Ítàn do Jovem Preto” com o espetáculo “Brechas da Muximba” do Coletivo À Margem. A peça, dirigida por Cas Almeida e Iná Paz, é um experimento cênico que mistura Teatro e Hip Hop para abordar vivências da juventude negra. Entrada gratuita mediante retirada de ingresso antecipado no Sympla.

Para saber mais, acesse @oposteoficial
#4Papo: O espetáculo MACÁRIO do brazil, dirigido #4Papo: O espetáculo MACÁRIO do brazil, dirigido por Carlos Canhameiro, estreia no TUSP Maria Antonia e segue em temporada até 1º de setembro de 2024. O trabalho revisita o clássico Macário, de Álvares de Azevedo (1831-1852), publicado postumamente em 1855. Trata-se de uma obra inacabada e a única do escritor brasileiro pensada para o teatro.

Para abordar o processo de criação da obra, o diretor Carlos Canhameiro conversou com o Quarta Parede. Confira um trecho da entrevista:

‘Macário é uma peça inacabada, publicada à revelia do autor (que morreu antes de ver qualquer de seus textos publicados). Desse modo, a forma incompleta, o texto fragmentado, com saltos geográficos, saltos temporais, são alguns dos aspectos formais que me interessaram para fazer essa montagem’

Para ler a entrevista completa, acesse o link na bio.
#4Papo: O livro Elegbára Beat – um comentário #4Papo: O livro Elegbára Beat – um comentário épico sobre o poder é fruto dos 20 anos de pesquisa de rodrigo de odé sobre as relações entre capoeira angola, teatro negro, cinema, candomblé e filosofia africana. 

Publicado pela Kitabu Editora, o texto parte da diversidade racial negra para refletir sobre as relações de poder no mundo de hoje. O autor estabelece conexões entre o mito de nascimento de Exu Elegbára e algumas tragédias recentes, como o assassinato do Mestre Moa do Katendê, o assassinato de George Floyd, a morte do menino Miguel Otávio e a pandemia de Covid-19.

Para abordar os principais temas e o processo de escrita do livro, o autor rodrigo de odé conversou com o Quarta Parede. Confira um trecho da entrevista:

‘Em Elegbára Beat, a figura de Exu também fala sobre um certo antagonismo à crença exagerada na figura da razão. Parafraseando uma ideia de Mãe Beata de Yemonjá, nossos mitos têm o mesmo poder que os deles, talvez até mais, porque são milenares. Uma vez que descobrimos que não existe uma hierarquia entre mito e razão, já que a razão também é fruto de uma mitologia, compreendemos que não faz sentido submeter o discurso de Exu ao discurso racional, tal como ele foi concebido pelo Ocidente. Nos compete, porém, aprender o que Exu nos ensina sobre a nossa razão negra’

Para ler a entrevista completa, acesse o link na bio.
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